¿Quién nos lo iba a decir? Y nosotros que la teníamos por una persona seria. Una española de categoría. Una santa. Y ahora nos viene con estas “porcalladas” (sic). En visita oficial al elegantísimo consejero de exterminio lingüístico de la Junta de Galicia (España), la “bilingüe” Gloria Lago, ni corta ni perezosa, va y nos suelta que le va a explicar a la gente, que nos va a explicar, las “porcalladas”, que en dialecto vernáculo gallego significa nada menos que “guarradas”. Pues que no se crea esta señora, que creíamos con más clase, que nos vamos a quedar sentados esperando a que nos enseñe sus guarrerías. Hasta ahí podíamos llegar. Y es que el metílico hace estragos.
Julio 6, 2009...7:42 pm
Gloria Lago nos va a explicar las “porcalladas”
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6 comentarios
Julio 6, 2009 a las 8:57 pm
que bom!
Julio 6, 2009 a las 9:08 pm
Ya no nos salva ni Rouco. Y estos confiaron en Feijoo. Como español preocupado por nuestro legado común, prefiero votar a Unificación Comunista de España (y si no, a UPyD).
Julio 11, 2009 a las 11:27 am
No deberíais burlaros de esta señora que como buena española lucha por la libertad de todos los gallegos y gallegas.
La opinión de iñaki gabián
Julio 11, 2009 a las 8:29 pm
Lo mismo creíamos nosotros y ya ves como nos ha defraudado con sus “porcalladas”…
Agosto 20, 2009 a las 4:50 pm
[...] Verdad revelada Gloria Lago nos va a explicar las “porcalladas” [...]
Septiembre 13, 2009 a las 6:34 pm
[...] Serviçais como somos, tentaremos explicar à senhora Mustaparta em poucas linhas o que está realmente a acontecer na Galiza. Na Galiza temos certas pessoas, como as que organizaram as Jornadas Bilingües, que têm medo dos seus filhos receberem uma educação distinta da que receberam eles próprios. Uma educação sólida e sem fissuras onde a Espanha era uma grande e indivisível unidade de destino no universal. Também disque era livre, e daí precisamente tiraram eles a sua sui generis conceição da liberdade. Onde resultava que os que garatujaram as rochas de Atapuerca eram já espanhóis de pura cepa, da mesma estirpe que El Cid Campeador, Don Pelayo e o Caudillo de la Última Cruzada y de la Hispanidad, Francisco Franco. Em resumo, uma grande e antiga nação onde tudo se passa por la Gracia de Dios. E, claro, depois de passar tanto tempo a apreender estes e outros maravilhosos factos, depois de passar a vida toda a tentar falar sin acento e, em definitiva, a apreender a ser espanhóis y olé, depois de tudo isto resulta agora que chegam os meninos da escola a contar umas histórias inverosímeis de que se Pedro Madruga, que se Martim Codax, que se a que toda a vida fora “la loca” vem sendo agora a Excelente Senhora e assim por diante até Castelao. E isso não. Eso sí que no. Porque não se pode politizar a escola. E têm mesmo alguns professores que até falam galego e quatro ou cinco livros mal traduzidos do castelhano. E claro, passar tantos sacrifícios para deixar de ser o que somos, para que agora, quando já estávamos convencidos de tê-lo logrado, nos cheguem as criancinhas da escola com as ideias assim tão confundidas… É uma cousa verdadeiramente horripilante. Não pode ser. Não pode ser que cheguem se calhar um dia pensar que nada é indivisível, ou que, amiúde, a graça de Deus não faz assim tanta graça que digamos. Não pode ser que cheguem um dia pensar que o galego, sim, esse dialecto rústico, é um língua como outra qualquer, como o castelhano incluso, e até internacional e extensa. Ou que o Cid era um mercenário sem escrúpulos. Ou que Santa Teresa de Jesús dava-lhe às drogas duras em jejum. Que Covadonga é um mito e os Reis Católicos, para além de racistas, talibã e genocidas, também nos quigeram meter uma outra sacrossanta constitución bem dobrada e sem vaselina aos galegos. Não pode ser, em fim, que um dia cheguem pensar. Por isso os 50% são inaceitáveis, os 50 e os 30 e os 10 e o 0.5. Não se podem fazer mais concessões e mesmo, se fizer falta, manda-se o exército dissolver as autonomias e pronto. É assim simples. É por isso que alguns andam revoltados e com milhares de euros de dinheiro público fazem propaganda e organizam Jornadas Bilingües para nos vencer por fim e se for possível e convencer de eles têm direito de ter filhos imaculadamente monolingues e livres, sim livres, de toda poluição galega. Porque o galego , senhora Mustaparta, esta pseudo-língua na que eu escrevo, é para eles uma “porcalhada“. [...]